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22 de fevereiro de 2013

O legado

Preocupa-me esta situação da geração dos nossos pais não entender que não vamos no futuro poder deixar casas aos nossos filhos, ou outro património equivalente e que nos tempos deles se comprava tão rápido como uma ida ao supermercado.

98% da minha geração não consegue comprar casa, os bancos fecharam as torneiras, implicam connosco, não há nenhum emprego que seja 100% garantido, não temos bens patrimonias para hipotecar, quem tem negócios ou trabalha em nome individual só tem direito a 65% do financiamento e mesmo assim, em alguns bancos, nem isso. Há muitos entraves que nos obrigam a recorrer ao arrendamento e a deixar de lado o sonho de ter uma casa, mesmo que ela só seja oficialmente nossa 40 ou 50 anos depois.

Os nossos pais perguntam-se, "mas se vais arrendar não vais ter uma casa para deixar aos teus filhos". É verdade, não vamos ter hipótese de deixar um legado tão material quanto esse, uma casa, um carro, a poupança de uma vida na conta bancária ou uns terrenos algures no meio de uma zona florestal. Mas é isto que marca a diferença.

A nossa geração vai ter a possibilidade de mostrar que o legado que podemos deixar às gerações futuras, não são bens materiais, são valores morais, são demonstrações de que para se ter é preciso lutar, trabalhar mais, equacionar gastos, perceber que se queremos uma casa não é o banco que a tem de pagar, somos nós. Porque foi assim que chegámos a isto, a esta situação miserável de uma economia tão frágil quanto o bolso de um mendigo.

Foi assim, pelo pensar de gerações passadas que chegamos ao que chegamos. Desculpem a generalização, mas fomos mal habituados e estamos agora, a minha geração e as futuras, a pagar uma factura que nem para despesas dá.

Possamos nós deixar um melhor legado aos nossos filhos.

19 de fevereiro de 2013

Vinha mesmo a calhar...

 Um cházinho quente com mel...
Uma mantinha quente e um sofá...
E um bom sono... para curar esta gripe que ainda agora está a começar mas já me está a deixar KO.

14 de fevereiro de 2013

Give to Get

Sempre acreditei que temos de dar sempre antes para receber depois, tentar para depois conseguir, experimentar para depois opinar, olhar para depois me olharem, sorrir para depois me sorrirem, retirbuir na medida em que quero que me retribuam. Por isso acho que hoje não faz sentido nenhum oferecermos grandes e caros presentes, jantarmos em restaurantes de luxo, ir dormir a um Hotel xpto e muitas outras coisas mais que tenho visto para aí sugeridas.

Se o tema é o Amor, devemos dar Amor para recebê-lo e isso pode ser feito nos mais pequenos gestos, porque o Amor é simples e quando existe não há nenhuma forma de escondê-lo. Por isso dêm muito Amor, recebam-no, mas façam-no todos os dias, não apenas hoje.

13 de fevereiro de 2013

A little of summer...

Ando a precisar do Verão. Não sei bem se é por causa do calor, dos dias serem mais longos, das cores, das roupas frescas ou simplesmente porque ando com uma necessidade intensa de férias. Não falo de férias, como dias de descanso, falo de férias como dias de praia, de conhecer outros lugares, outras comidas, ouvir outras vozes, outras línguas, de rir muito e de pensar pouco nas preocupações diárias.

Vai daí e não resisti a usar um verniz mais forte e a começar a trabalhar em peças de primavera/verão.

E vocês, também andam com vontade de verão?

7 de fevereiro de 2013

Voltar atrás

E derrepente tenho 13 anos e vou a correr, no intervalo das aulas, até ao bar da escola para comprar um Capri-Sonne e uma empada de carne, daquelas tipo canudinho, deliciosas.

E por momentos sabe bem voltar atrás.

1 de fevereiro de 2013

Desperdiçar tempo

Hoje dei por mim a reflectir sobre quantas vezes desperdiço tempo com coisas verdadeiramente inúteis, e o quanto, todos nós, fazemos isso regularmente.

Desperdiçamos tempo porque temos medo de dizer algo que já devia ser dito. Desperdiçamos porque olhamos demasiado àquilo que os outros pensam e não àquilo que nós devemos pensar. Desperdiçamos tempo quando explicamos a alguém algo que não vale a pena explicar, porque a pessoa não entende. Desperdiçamos tempo com as vidas dos outros, as casas, os carros, os dinheiros, as vidas, as férias dos outros. Desperdiçamos tempo quando tentamos ser alguém que não somos, em virtude do que os outros acham que devemos ser. Desperdiçamos tempo a olhar o tempo passar e a não fazer nada do que gostaríamos fazer. Desperdiçamos tempo e mais tempo, em virtude de tempo e mais tempo. Desperdiçamos tempo sem pensar que um dia já não teremos tempo.

Será que vale a pena desperdiçar? Afinal de contas o tempo que nós temos, é só este, o presente, este minuto, este instante.

31 de janeiro de 2013

O trabalho como privilégio

Há umas semanas atrás comentava com uma pessoa próxima como hoje as pessoas que trabalham não se podem queixar, pelo minimo que seja, da sua actividade profissional. A verdade é que chegamos a um ponto em que quem tem trabalho, pode considerar-se priviligiado, tal é a procura. Mas também é verdade, que mesmo sendo um ser priviligiado, são cada vez mais as pessoas, que face à actual conjuntura económica, não se podem dar por satisfeitas.

Não há neste momento o "respeito pelo profissional" que havia há alguns anos atrás, em que o empregador percebia que tinha de motivar, reconhecia os bons profissionais e procurava mantê-los, quer com incentivos económicos, quer com outro tipo de incentivos. O que vivemos hoje, começa a ir para lá, do "explorável", isto porque são cada vez mais as empresas que "encostam" os profissionais à parede, desrespeitando uma grande parte dos seus direitos, contratando-os por quantias irrisórias e fazendo-os sentir como pessoas necessitadas de trabalho, de uma esmola ao final do mês, que no fundo, nada é mais do que o seu direito, tendo em conta que trabalhou, dispendeu horas, ideias, esforço fisico, psicológico, entre muito mais.

Isto tudo porque estamos a assistir neste inicio de ano, mais uma vez, a um reforço do que aqui descrevo, com a distribuição dos subsidios em duodécimos. Não sou fiscalista, economista, contabilista e percebo muito pouco de números, o suficiente para gerir o meu dinheiro e pagar as minhas contas, falo como trabalhadora, alguém que está do lado de cá, que não olha apenas para o Excel e vê numeros. A verdade, é que não há nada mais lógico que isto: o que ganham as empresas em distribuir os subsdidios por duodécimos, ou metade deles? Nada. No final do ano, a despesa da empresa não só foi exactamente igual, como também teve de ter mais liquidez mensal para pagar salários e subsidios, quando anteriormente tinha 6 meses para "amealhar" o dinheiro.

E para funcionários? O que eles ganham? Nada. No final do ano, o valor ganho, será exactamente o mesmo, sendo que aqui há um pequeno senão, àqueles que descontam para IRS, haverá uma maior liquidez mensal, mas que pode levar à ruptura muito mais famílias que já viviam no limite.

E sobre esta questão de os funcionários no privado poderem dizer se querem ou não receber em duodécimos? Uma grande maioria das empresas vai simplesmente dar isto como lei, não dando possibilidade a ninguém de se manifestar, sob pena, de ainda lhes serem cortadas mais "regalias".

Ninguém vai ganhar nada com isto.

A não ser que o governo esteja à espera de potenciar compras, de fazer com que gastemos mais por mês, para daqui a uns meses dizer que o nosso nível de vida aumentou. Mas creio que não vamos chegar até aí, já que muitas empresas nem deste mês vão passar. Um dia destes já nem temos onde gastar o nosso dinheiro, tal é a falência das coisas.

Ou isso, ou seremos outro Zimbabué, com menos de 100 euros no cofre.

21 de janeiro de 2013

2 de janeiro de 2013

Hello 2013!

Então é assim... nos últimos dias de 2012 aproveitei para andar na pasmaceira, mesmo. Desta vez não me pus a reflectir sobre o que fiz, o que não fiz, o que desejo ou espero fazer, não fiz planos, projectos, nem lista dos 12 objectivos a cumprir em 2013. Além de ter aproveitado a semana entre Natal e Passagem de Ano para tirar férias, fiquei-me pelo consumismo excessivo de programas televisivos, chocolates e muito sofá.

Agora que já entrei em 2013, a diferença é praticamente nula. O meu sentimento não está muito virado para renovação de esperanças, felicidade extrema, alivio por ter terminado mais um ano... ou coisas parecidas. Basicamente espero que 2013 me traga coisas totalmente diferentes daquelas que tive no último, em todos os aspectos, qualquer coisa como um total makeover à minha actual vida. e é isso, não é que esteja insatisfeita, porque não estou, preciso é de um fresh air, de algo novo.

27 de novembro de 2012

Uma teoria sobre... a curiosidade!

Sempre ouvi dizer que foi "a curiosidade que matou o gato" e eu não gosto da curiosidade, ou, de pessoas curiosas. A extrema curiosidade irrita-me facilmente, eleva um bocadinho a eletricidade estática dos meus cabelos, transpira-me as pontas dos dedos, avermelha-me as bochechas.

Por me despreocupar com aquilo que os outros fazem ou deixam de fazer, como fazem ou pensam fazer, nunca compreendi essa extrema curiosidade das pessoas em querer saber tudo e mais alguma coisa, sobre precisamente, tudo e mais alguma coisa.

Mas há curiosos e curiosos. Há aqueles que têm um grau de curiosidade muito sublime, uma coisa discreta e sobre coisas pouco pormenorizadas. Como por exemplo: "gosto dos teus sapatos. onde compras-te?". A esta curiosidade eu respondo sem grandes exaltações, sem pensar. É aquela curiosidade que não prejudica ninguém, que não tirará anos de juventude ao meu rosto.

Mas há a curiosidade contrária, aquela que nos "leva aos arames". Por exemplo: "gosto dos teus sapatos, como compras-te? onde compras-te? tens dinheiro para isso? compras-te com cartão de débito, dinheiro ou crédito? quando compras-te? ai foste ao centro comercial? e o que viste mais? e tinha sapatos iguais em cor-de-rosa? amarelo? estava lá mais alguém? muita gente? e são produto nacional, tailandês ou chinês? sabes os procedimentos que tomam para fazer sapatos desses? são feitos com mão de obra infantil chinesa, juvenil indiana ou à máquina? são em pele ou tecido? são frios? havia muitos modelos? não havia outros? e foste de quê? com quem?......"

Pois.

E lá está, é precisamente esta que me tira anos de juventude, que me fazem levantar os olhos, arregalar. Numa primeira fase quando "levo" com este tipo de inquisições, até tento ser simpática, dar respostas curtas, tentar não brincar com a inteligência da pessoa, demonstrar que não estou muito disposta a responder. Numa segunda fase, posso ter alguma paciência, mas já não respondo. Faço simplesmente que não escutei as perguntas, "ouvidos de mercador", mas normalmente esta vem anexa à 3ª fase, aquela que me leva ao ditado "quem diz o que quer, ouve o que não quer", qualquer coisa como: "Olha lá, mas devo-te satisfações? não tens vidinha própria, não? Mas eu pergunto-te em que feira da ladra compras-te essas calças?".

E é isto. É isto que eu não entendo, esta coisa que leva as pessoas a ter apenas questões no seu vocabulário. Se a curiosidade matou o gato, bem que podia pelo menos dar uns tiros a estas linguas demasiado compridas e faladoras. Não é que eu seja a favor da violência, mas sempre ouvi dizer que a violência psicológica pode ser mais grave que a física, assim sendo além dos tiros, só podia ver outra solução para estas pessoas: uma consulta no Dr. Quintino Aires.


12 de novembro de 2012

Isabel Jonet, Merkel e Secret Story

Sobre Isabel Jonet:

Juro que não percebo toda a polémica gerada em torno das declarações da senhora. Afinal de contas que é que ela disse de mal? Até acho que se exprimiu muito bem, teve depois a preocupação de emitir uma declaração num óptimo português a explicar as suas declarações e ainda assim uma cambada e meia de portugueses sentiu-se ofendido com o que a senhora disse.

Foi por andarmos sempre acima das nossas possibilidades que chegámos ao ponto a que chegámos, portanto substituir umas leguminosas pelos bifes diários, não parece nada mal, sendo que uma grande fatia dos portugueses faz isso há muitos anos e nunca se sentiou ofendido.

Sobre Angela Merkel:

Saber que a Alemanha é que mais ganha com esta crise, porque consegue canalizar todo o investimento europeu para lá. Saber que a senhora está sempre a tentar que os países em crise tenham o mínimo de ajudas. Saber que esta senhora vem cá, usufruir mais um bocadinho dos nossos impostos, acenar-nos sorridentemente e dizer e uns "arrrenham jumhi kjlamn", dá-me vontade de ir à Alemanha roubar uns bancos.

Sobre o Secret Story:

Está certo que a televisão portuguesa está pobrezinha nos dois sentidos (conteúdos e dinheiros), mas perceber que existem estações de televisão que querem ainda deteriorá-la mais, dava vontade de ter um botão no telecomando com "bloquear", "denunciar" ou "não gosto".

Será que ainda não se deram conta que 90% dos portugueses já percebeu que aquilo é tudo fabricado?

5 de novembro de 2012

Diário de uma constipação #3

E a "maluquete" parece já estar de malas prontas para ir embora, valeu-me um fim-de-semana super prolongado e já posso dizer que a constipação está praticamente fora do meu corpo. Ainda fungo um bocadito e tal, mas pelo menos a audição e a minha concentração já não parecem afectadas. O pior mesmo é perceber que do lado de lá as obras continuam e desta maneira o meu humor parece ficar um pouco perturbado.

Antes isso do que esta constipação que parecia querer derrubar-me, mas minhas queridas constipações e coisas fungosas, aqui fica o recado:


30 de outubro de 2012

Diário de uma constipação

Ainda não estou a 100% mas já estou de volta ao activo. Ontem a gripe forçou-me a parar e a descansar como há muito tempo não fazia. De manhã ainda tentei trabalhar, mas à tarde tive de ficar de molho, debaixo dos lençois, entre espirros e uma sonolência excessiva.

O que vale esta semana é mais curta e o fim-de-semana trará tempo suficiente para descansar.

26 de outubro de 2012

Men at Work

Já não se pode. Uma semana inteira a ouvir martelos e berbequins? Então hoje é que isto está impossível, deve ser porque é Sexta e há uma imensa pressa de terminar trabalhos. São 10.30 e já estou a rezar para que rapidamente cheguem as 19.00. Ou isso, ou peço dispensa por exposição excessiva ao ruído. Será que cola?


25 de outubro de 2012

Das coisas boas da crise


repararam que aquela pessoa que anteriormente não parecia saber nada sobe a história política do nosso país, actualmente sabe quase tudo? repararam que até a pessoa menos escolarizada já conhece termos como Produto Interno Bruto, Inflação...? repararam que as pessoas estão mais atentas ao que é difundido na Comunicação Social e debatem em sociedade aquilo que é noticiado, formando opiniões mais precisas? repararam que o espirito de união hoje, está mais forte, mais vinculado?

repararam que esta crise está a fazer-nos crescer, amadurecendo a nossa cultura e preparando-nos melhor para os precalços do futuro?

Nem sempre temos de ver os aspectos negativos das coisas. Ninguém gosta da crise, mas há que reconhecer que ela tem aspectos positivos, não ignorando os negativos.

17 de outubro de 2012

Previsões de hoje

Durante alguns anos não dava importância nenhuma ao pequeno-almoço, mas entretanto tornou-se mesmo uma coisa indispensável e portanto não há dia que me corra bem sem pequeno-almoço. Hoje é o dia. A chuva atrasou-me, apanhei algum trânsito e cheguei ao trabalho já mesmo em cima da hora.

Mau humor, Stresses ao telefone e por esta hora já estou com uma fome daquelas capaz de comer um leitão da bairrada (hummm nham nham). É obvio que não o vou fazer, mas palpita-me que hoje vai ser um dia de cometer algunas pecados da gula. Ou isso, ou atirar-me para debaixo de chuva para refrescar as ideias. Como não sou menina para isso, nem quero apanhar uma gripe, uns chocolatinhos durante a tarde vão fazer muito jeito!

8 de outubro de 2012

Bye Bye 24!

Hoje é o último dia dos meus 24 anos.

Gosto de aproveitar a fase final das coisas, para olhar por cima do ombro para trás, apenas um bocadinho que eu não sou pessoa de passados. Gosto sobretudo porque aproveito para reflectir um pouco sobre as vicências e as aprendizagens que obtive com elas. De ver a fase inicial das coisas e orgulhar-me, ou não, dos resultados. Contudo, sejam coisas positivas ou negativas, todas elas fazem parte do caminho e todas elas devem fazer parte da maturidade com que encarámos o futuro.

Às vezes, dou por mim a pensar "chiça já tenho 24", parecendo que ainda ontem tinha 14 e regresso ao momento em que perdia o primeiro autocarro da manhã, corria para a sala de aulas com medo da falta, lanchava com as amigas no campo de futebol da escola e ria às gargalhadas no caminho que muitas vezes optávamos por fazer a pé até casa. Regresso depois até aos 16 e às primeiras desilusões amorosas, à verdadeira percepção da palavra amizade, às intrigas, aos nãos que percebemos que são definitivos. Volto depois aos 18, ao momento em que já somos assaliarados (alguns), ao momento em que se enfrenta pela primeira vez o mundo do trabalho, às relações laborais, ao momento em que percebemos que o amor pode realmente acontecer e ser duradouro. E depois aos 20 e ao ser-se independente, ter-se um carro, encarar-se as despesas sózinho e por aí fora até estes 24.

Orgulho-me portanto dos meus 24, tracei-os gradualmente, à medida que foram chegando, sempre com ânsia de viver e conquistar, de ter sempre um pouco mais de tudo, arrisquei, caí muito, sacodi a poeira e levantei-me. Com ou sem arranhões, acho sempre que a vida deve ser conquistada e as conquistas só acontecem com mérito. Espero por isso conseguir tê-lo para conquistar os meus 25.

E começo já amanhã.

1 de outubro de 2012

Hello

Mais uma semana a começar e desta vez o meu mês favorito, ou não tivesse sido ele o mês em que nasci. Aproxima-se portanto a minha data, o meu dia, é a contagem decrescente, mas desta vez há um "espirito" diferente. Já não há aquela pressa de ser mais velha, de ter mais um ano de responsabilidade, já se começa a achar que os anos passados é que eram bons, a adolescência, a infância, as idades da inocência. Já não há aquela coisa do "nunca mais tenho idade para tirar a carta?" ou "nunca mais tenho idade para morar sozinha?" ou ainda "nunca mais tenho idade para sair à noite?". Tirando a parte de morar sozinha, já fiz todas as outras coisas. E agora o que resta? fazer outras tantas, mas desta vez com aquela do "quem me dera ser adolescente outravez".

Enquanto isso ainda há uns dias pela frente, uma semaninha. Bora aproveitá-la?

27 de setembro de 2012

I'm a believer...

Sou mesmo, mas nem sempre é fácil. Há momentos em que parece que vai tudo abaixo, o corpo enterra-se nele mesmo, a alma parece que desaparece e a cabeça causa-nos partidas. Mas é mesmo assim quer para os Believers quer para os não Believers, eu hei-de ser sempre uma believer, crêr nos nossos sonhos, nas nossas capacidades, em nós... é meio caminho andado para se ultrapassar as barreiras. Penso muitas vezes: se não acreditar-mos em nada, o que nos prende aqui, o que fazemos aqui?


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