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10 de janeiro de 2013

Pimenta na língua

É o que eu acho que muitos portugueses andam a merecer. Principalmente aqueles que quando entrevistados na rua disseram "Crise? Onde? A crise está na mentalidade dos portugueses, para mim não há crise!", ou então "Gastei 1000 euros em presentes de Natal", ou ainda "Não deixei o meu café diário, muito menos de fazer as coisas que me dão prazer".

Devo imaginar o que o Passos Coelho pensa ao ver isto, ou os senhores do FMI.

Concordo com uma parte da primeira declaração, aquela que diz que "a crise está na mentalidade dos portugueses". Realmente temos fraca mentalidade, uma coisa muito tacanha, que nos leva a dizer sempre muito mais do que aquilo que realmente é, a chamada "Mania das Grandezas". O pior é que não é um vírus sazonal, tomara que fosse, é antes uma sindrome sem cura.

30 de novembro de 2012

É dificil manter a boa disposição quando...

.....além de terem cortado subsidios, vão andar a pagá-los às pinguinhas, como se de esmolas se tratassem;
.....se vê que a Taxa de Desemprego continua a aumentar apesar de todas as medidas para "incentivar o empreendedorismo";
.....sabemos que está a aumentar consideravelmente o número de casos de crianças que vão parar ao hospital, doentes, por causa da fome;
.....apesar de todas as medidas de austeridade, o défice continua a aumentar para máximos históricos;
.....vemos que não há nesta República um Presidente que represente os interesses de quem o "empoleirou";
.....quando percebemos que existem empresas que continuam a ter lucros consideráveis e por causa da "crise" congelam ordenados, contribuindo ainda mais para o declínio do país;

.....quando, ainda assim, não parece haver nada que possa inverter tudo isto.

27 de novembro de 2012

Uma teoria sobre... a curiosidade!

Sempre ouvi dizer que foi "a curiosidade que matou o gato" e eu não gosto da curiosidade, ou, de pessoas curiosas. A extrema curiosidade irrita-me facilmente, eleva um bocadinho a eletricidade estática dos meus cabelos, transpira-me as pontas dos dedos, avermelha-me as bochechas.

Por me despreocupar com aquilo que os outros fazem ou deixam de fazer, como fazem ou pensam fazer, nunca compreendi essa extrema curiosidade das pessoas em querer saber tudo e mais alguma coisa, sobre precisamente, tudo e mais alguma coisa.

Mas há curiosos e curiosos. Há aqueles que têm um grau de curiosidade muito sublime, uma coisa discreta e sobre coisas pouco pormenorizadas. Como por exemplo: "gosto dos teus sapatos. onde compras-te?". A esta curiosidade eu respondo sem grandes exaltações, sem pensar. É aquela curiosidade que não prejudica ninguém, que não tirará anos de juventude ao meu rosto.

Mas há a curiosidade contrária, aquela que nos "leva aos arames". Por exemplo: "gosto dos teus sapatos, como compras-te? onde compras-te? tens dinheiro para isso? compras-te com cartão de débito, dinheiro ou crédito? quando compras-te? ai foste ao centro comercial? e o que viste mais? e tinha sapatos iguais em cor-de-rosa? amarelo? estava lá mais alguém? muita gente? e são produto nacional, tailandês ou chinês? sabes os procedimentos que tomam para fazer sapatos desses? são feitos com mão de obra infantil chinesa, juvenil indiana ou à máquina? são em pele ou tecido? são frios? havia muitos modelos? não havia outros? e foste de quê? com quem?......"

Pois.

E lá está, é precisamente esta que me tira anos de juventude, que me fazem levantar os olhos, arregalar. Numa primeira fase quando "levo" com este tipo de inquisições, até tento ser simpática, dar respostas curtas, tentar não brincar com a inteligência da pessoa, demonstrar que não estou muito disposta a responder. Numa segunda fase, posso ter alguma paciência, mas já não respondo. Faço simplesmente que não escutei as perguntas, "ouvidos de mercador", mas normalmente esta vem anexa à 3ª fase, aquela que me leva ao ditado "quem diz o que quer, ouve o que não quer", qualquer coisa como: "Olha lá, mas devo-te satisfações? não tens vidinha própria, não? Mas eu pergunto-te em que feira da ladra compras-te essas calças?".

E é isto. É isto que eu não entendo, esta coisa que leva as pessoas a ter apenas questões no seu vocabulário. Se a curiosidade matou o gato, bem que podia pelo menos dar uns tiros a estas linguas demasiado compridas e faladoras. Não é que eu seja a favor da violência, mas sempre ouvi dizer que a violência psicológica pode ser mais grave que a física, assim sendo além dos tiros, só podia ver outra solução para estas pessoas: uma consulta no Dr. Quintino Aires.


21 de novembro de 2012

Here we go again...

E lá vamos nós outravez às medidas absurdas, sem nexo, sem capacidade de dar a volta à crise, de contribuir a favor do crescimento.

Afinal de contas o que quer o nosso governo? Em que escolas estudaram eles, em que faculdades? Eu não tenho nada haver com economia, mas não é preciso ter-se um mestrado na coisa para perceber que esta medida de distribuir 1 dos subsidios pelos 12 meses do ano, é um absurdo, sem retorno nenhum financeiro.

Na minha opinião esta medida além de claramente querer camuflar o congelamento de salários e o aumento das taxas de IRS, é uma medida que atenta mais uma vez à nossa inteligência, tentando enubriar-nos a nós, aos nossos bolsos e às nossas contas bancárias.

Digam-me, que diferença faz nos rendimentos anuais do funcionário distribuir o subsidio pelos 12 meses ou que diferença faz nas despesas anuais de uma empresa a distribuição dos subsidios pelos 12 meses?

Nenhuma.


5 de novembro de 2012

Diário de uma constipação #3

E a "maluquete" parece já estar de malas prontas para ir embora, valeu-me um fim-de-semana super prolongado e já posso dizer que a constipação está praticamente fora do meu corpo. Ainda fungo um bocadito e tal, mas pelo menos a audição e a minha concentração já não parecem afectadas. O pior mesmo é perceber que do lado de lá as obras continuam e desta maneira o meu humor parece ficar um pouco perturbado.

Antes isso do que esta constipação que parecia querer derrubar-me, mas minhas queridas constipações e coisas fungosas, aqui fica o recado:


31 de outubro de 2012

Diário de uma constipação #2

Então é assim, isto por aqui ainda não está muito bom. Esta constipação parece que me quer derrubar, rouba-me a audição, entope-me o nariz até ao máximo que consegue e perturba o meu raciocínio. Mas eu sou mais forte, comigo não há cá coisas de me enfiar numa cama até ela decidir ir embora.

Uma coisa de bom ela trouxe, tendo em conta que as obras insanas no prédio do lado continuam, e a minha audição está fraquinha, o ruído parece muito menor e eu passo os meus dias entre o meu mundo silencioso.

Temos de pensar sempre nos aspectos positivos das coisas, certo?

Agora, vou ali trabalhar mais um bocadinho e mostrar-lhe que quem manda aqui sou eu.

30 de outubro de 2012

Diário de uma constipação

Ainda não estou a 100% mas já estou de volta ao activo. Ontem a gripe forçou-me a parar e a descansar como há muito tempo não fazia. De manhã ainda tentei trabalhar, mas à tarde tive de ficar de molho, debaixo dos lençois, entre espirros e uma sonolência excessiva.

O que vale esta semana é mais curta e o fim-de-semana trará tempo suficiente para descansar.

15 de outubro de 2012

Morning news

Este fim-de-semana corri algumas Zara à procura de umas botinhas de cano alto, pretas, giras. Já as tinha visto no site e à primeira vista fiquei encantada. Além de um Special Price, correspondiam na perfeição àquilo que procurava para este inverno.

Apesar de as ter trazido, experimentei-as para aí umas 5 vezes, primeiro um número, depois outro, experimenta o inferior, experimenta outra vez o superior. Isto porque comprar botas de cano alto tem sempre muito que se lhe diga, principalmente porque nem todas temos palitos em vez de pernas e portanto nem todas as botas encaixam na perfeição e então quando o objectivo é usar com calça por dentro... nem se fala!

Fica-se portanto desiludida quando se percebe que criam botas sem fechos e com um cano mesmo à justa.

Eu trouxe-as porque elas me serviram, não ficaram tão largas no cano como eu gostaria, mas ficaram bem. Experimentei outros modelos que nem sequer entravam, com o mesmo número. Fico portanto a pensar no sem número de mulheres que gostariam de as comprar e não compram porque simplesmente não há uma marca, um criador, com 2 palmos de testa para colocar ali um fecho, discreto e pequeno, mas que poderá facilitar o inverno inteiro de uma mulher, bem como proporcionar conforto e alguns momentos de felicidade.

Zara - Bota Hípica - 39.95€

3 de outubro de 2012

Louboutin

É um dos maiores sonhos de consumo no mundo feminino, há quem sonhe uma vida inteira com uns Louboutin. Eu adoro sapatos, mas adoro não porque são da marca X, adoro pelos modelos, pela diferenciação, pelo conforto. E Louboutin? É um dos meus sonhos de consumo? Não sei bem. Passo bem sem pensar nos sapatinhos da sola vermelha, embora ache que tenha modelos giros, alguns fabolosos, mas outros, minhas queridas, são tenebrosos! Já para não falar do preço...

Mas se há muita coisa gira por lá, acreditam também há espaço para o Piroso. Uns mais que outros, mas que os há, há:






E como se não bastasse, além de haver em sandália, também há em botim. Porque o universo Louboutin é este, a maioria dos modelos são iguais, só mudam os padrões e as cores.

E para finalizar não resisti ir aos Vintage:



4 de setembro de 2012

27 de agosto de 2012

A Margarida Rebelo Pinto e as Outras

Mesmo 2 anos depois de a crónica ter sido e escrita e publicada, depois do Bruno Nogueira ter inquirido a "escritora" sobre a mesma, a verdade é que ninguém pára de falar sobre "As gordinhas e as outras".

Entre tanta coisa que já foi dito, eu só tenho a dizer uma coisa:

Saiu-lhe pior a emenda que o soneto e custa-me a crer como é que alguém ainda publica coisas desta senhora. Talvez ela tenha o fetiche de fazer xixi no Bairro Alto rodeada de homens. Há pessoas que têm desejos estranhos.


A explicação da autora, 2 anos depois:


11 de junho de 2012

Ídolos, Futebol e Política

É o trio que talvez os portugueses mais gostem de comentar, Ídolos, Futebol e Política.

O ídolos. Já aqui disse que gosto do programa e não ouve edição a que não tivesse assistido. No entanto no que toca a esta edição, estou um quanto ou tanto desiludida. Na fase de castings assistimos a algumas actuações que poderiam ter ido um pouco mais à frente, na fase do teatro houve realmente uma boa triagem, mas agora olho para o programa e pergunto-me o que alguns deles estão ali a fazer. Não vou desatar em criticas, até porque eu de cantar percebo pouco, mas há realmente ali 2 ou 3 pessoas que me pergunto senão poderiam ter saído na fase do teatro e ter dado a vez a outros que certamente fariam muito melhor. A verdade é que não vejo ninguém com a tal postura de ídolo...

O Futebol, ai o nosso Futebol. Já houve momentos em que acreditei muito na selecção nacional, mas não nesta equipa actual. Para mim a melhor selecção que tivemos foi a que esteve aos comandos de Scolari, sem dúvida. Tínhamos uma equipa forte, coesa, um treinador capaz, uma equipa com uma verdadeira vontade de não desiludir os portugueses e portanto a actual deixa um pouco a desejar. Mas por aqui também não há criticas, será um pouco "vamos indo, vamos vendo". Aquilo que me tem suscitado mais "borboletas no estômago" são as campanhas publicitárias a propósito de tudo isto. Estão a fazer crer que a salvação da actual situação que se vive no nosso país está nas mãos da selecção nacional. "Eu quero que os meus filhos tenham orgulho no nosso país e não queiram ir lá para fora"?, mas o que é isto? Uma campanha dirigida ao Governo, aos Portugueses ou à Selecção? Não estarão a colocar demasiada responsabilidade numa equipa que é simplesmente de futebol? Ok. Precisamos de ânimo. Mas nesta lógica se a selecção não conseguir ir mais em frente, a culpa de os "meus filhos irem lá para fora" será da selecção.

A Política senhores, a Política. Espanha está mal, a seguir virá a Itália, no chance. A Europa está toda na banca rota. O engraçado disto é que tenho a sensação que sofro Déjà Vus constantes. "Espanha está apenas a solicitar a recapitalização da banca afirmando que não precisa de mais ajuda". Onde será que já ouvi isto? Há quanto tempo terei eu ouvido isto? Fica bem dizer aos mercados que estamos bem, mesmo que já estejamos sem meias. É o "Fica bem", é a aparência. Faz-me lembrar um pouco aquela história que anda a sair nas revistas a propósito da relação(?) da Luciana Abreu com o Yannick Djaló.

29 de maio de 2012

Espera lá!

Diz que o Cristiano Ronaldo se envolveu numa zaragata com o modelo Gonçalo Teixeira na festa dos Globos de Ouro. Stop. O CR diz que foi a namorada do modelo que lhe pediu para tirar uma foto com ele. Stop. O Gonçalo Teixeira dirigiu-se ao "Cristy" já fora da festa e quando deu por ela andava a mergulhar no Tejo. Stop.

À parte de todos os outros tantos pormenores desta história, pergunto: então o Cristiano Ronaldo não vai à gala dos Globos de Ouro receber o prémio, manda lá as irmãzinhas vestidas de ciganas (nada contra a etnia) e depois vai à festa dar uns pezinhos de dança?

Respect?


26 de abril de 2012

O pós 25 de Abril...

A verdade é que o 25 de Abril já não tem a importância que tinha há uns anos atrás. A maioria das pessoas que conheço até se esqueceu que era feriado a propósito da revolução de 25 de Abril de 1974. Não uma pena, uma tristeza portanto. Mas há razões muito óbvias para que os portugueses já não darem tanta importância a este dia e não tem nada a ver com as gerações mais novas porque eu nasci mais de 1 década depois do 25 de Abril.

Está relacionado sim com esta triste república em que se vive, com esta triste democracia. Uma democracia em que tanto se realça que os que estão no Governo foram escolhidos pelos portugueses e na mesma medida se esquece que eles deveriam representar os desejos dos portugueses. Porque eu não me acredito que os portugueses tenham desejado viver o que estão agora a viver.

Como se pode comemorar a conquista da democracia se parece que estamos a viver uma ditadura, moderna, mas ditadura.

3 de abril de 2012

Uma teoria sobre...os anónimos!

Eu já tinha referido como detesto anónimos? detesto mesmo! Há aqueles anónimos referentes a chamadas, há os anónimos que não assinam mensagens e há os anónimos do dia-a-dia, os "apagaditos" como eu gosto de chamar. Está tudo relacionado com aquilo que já aqui falei sobre a atitude, os sem atitude são os anónimos dos nossos dias.

Mas nas chamadas e mensagens anónimas... são coisas sem identidade e tudo que não tem identidade, identificação, que se esconde atrás de algo traduz-se em desconfiança por parte de quem recebe o anonimato. E será esse o objectivo? provocar desconfiança? Principalmente quando os anónimos vêm de instituições e nos querem vender produtos? Não creio.

As pessoas tendem a achar que a nossa personalidade só se revela quando nós falamos, quando estamos a dialogar com alguém, mas não. 90% das nossas atitudes revelam a nossa verdadeira personalidade. Então está tudo interligado, anónimos no telefone, anónimos na vida, "apagaditos" como eu já aqui chamei, fraca personalidade maybe, "chicos espertos" das telecomunicações. Não gosto, ignoro.

Ignorar a ignorância dos outros é meio caminho andado para viver num mundo menos ignorante. Mas também não temos de abrir toda a nossa vida, tirar as portas da nossa casa, o copo nunca deve estar nem vazio, nem cheio, sempre a meio termo mas com identidade.

22 de fevereiro de 2012

Uma teoria sobre... o Carnaval!

Eu não gosto do Carnaval. Já aqui ontem mencionei que não vou em carnavais nem em mascarilhas, e é bem verdade. Não é que eu não goste da alegria que se vive nestes dias, às vezes um pouco sem sentido, mas é que eu não gosto da capacidade que os portugueses têm de recriar as coisas dos outros e a pouca capacidade que têm de manter o que é seu. 

Acontece o mesmo no Halloween, acontece o mesmo no Natal, acontece o mesmo em todas as outras épocas festivas. O nosso maior gosto é importar, importar tradições que não são nossas e depois fazê-las parecer nossas. Aliás, mesmo em crise e sobretudo na crise, nós continuamos a ser um país que mais importa do que exporta. O que não deveria acontecer.

Ontem no telejornal uma senhora dizia: "isto é que é o Carnaval português! As meninas a dançar na rua, o samba, a alegria...". Carnaval português? Samba? OK!

Eu gosto do Carnaval saloio, aquele Carnaval, esse sim PORTUGUÊS, com mascaras improvisadas, cabeçudos, caretos, com sátiras e matrafonas... Um Carnaval que brinca com as situações mais criticas do país, o Carnaval do "ninguém leva a mal".

Mas até percebo um bocadinho o Carnaval deste ano. Se se vestissem todos de coelhos, isto ia parecer a Páscoa. Antes as meninas descascadas para lembrar o calor do Rio (Rio de Janeiro).

22 de dezembro de 2011

Pendências!

Eu não gosto de assuntos pendentes. Não gosto. Da mesma maneira que não gosto de fazer planos, não gosto que determinadas coisas fiquem pendentes sem prazo de resolução. Sou do género, decido às 10h00, às 10h05 cumpro e às 10h10 está tudo Ok. Tenho pura aversão a respostas do género "assim que puder", é que são demasiado vastas para alguém que não sabe se daqui a 10 minutos ainda está vivo. Derrepente, parece que as pessoas se esquecem que a vida é uma incógnita e vão adiando, adiando, adiando, deixando as coisas infinitamente pendentes. E isto é tanto na vida pessoal como na vida profissional, principalmente na vida profissional, no que toca a pagamentos, a pendência é uma coisa inacreditavelmente infinita. "Hoje estou ocupadíssimo em reuniões" e logo de seguida vemos umas tantas actualizações no facebook, é que as tecnologias têm destas coisas...

E então nesta fase do ano, as pendências enervam-me. São uns a tentar terminar 2011 e outros a tentar esticá-lo até ao fim de 2013.

Agora que desabafei, vou tentar resolver um milhão de pendências até ao fim do dia! Wish me luck!

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