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26 de outubro de 2012

Men at Work

Já não se pode. Uma semana inteira a ouvir martelos e berbequins? Então hoje é que isto está impossível, deve ser porque é Sexta e há uma imensa pressa de terminar trabalhos. São 10.30 e já estou a rezar para que rapidamente cheguem as 19.00. Ou isso, ou peço dispensa por exposição excessiva ao ruído. Será que cola?


24 de julho de 2012

Uma teoria sobre... os maridos das outras!

Vai daí e agora o namorado não fala noutra coisa, é a música dos "Maridos das outras" para cá, "Maridos das outras", para lá. A música do Miguel Araújo parece ter-se infiltrado em qualquer discurso dos seres do sexo masculino, parece que encontraram finalmente alguém que lhes dê a razão que tanto esperam, que lhes diga que andaram décadas a tentar dizer algo e agora alguém veio popularizar a coisa.

A música é gira, eu gosto, divertida e diz muita coisa que muitas mulheres pensam, mas há uma coisa a dizer: os homens das outras, por muitas vezes nos nossos diálogos femininos, são também motivo de chacota, de horrorização, de desprezo. Sim, sim! Não se enganem!

Como sabem, o ser do sexo feminino é altamente criticador, gosta muito de abranger toda a cultura que a rodeia nos diálogos que mantém, gosta muito de abordar outras vidas, de procurar outros exemplos, de se perguntar porque é que a vizinha sai às 23h00 e só chega às 06h00. Não quer dizer que todas nós sejamos assim, umas mais que outras, acho que todas temos um bichinho que nos faz pesquisar sobre o mundo que nos rodeia e querer saber mais. Não se preocupem, muitos homens também o são, generalizemos a coisa porque isto não é assim tão mau!

Mas se há coisa que nós gostamos de comentar é as relações das outras, das amigas, das próximas, das inimigas, das vizinhas, porque temos curiosidade em perceber o que nos diferencia delas nas nossas relações. Será que as atitudes do nosso marido/namorado são iguais às atitudes do namorado/marido dela? Será que nós somos tão possessivas como ele diz, ou tão desprendidas como ele não quer que sejamos? E acabando por matar estas e outras tantas perguntas, e percebendo que o melhor é nós nos mantermos na nossa relação e dar o melhor por ela, acabámos por perceber que afinal os das outras é que são maus, horríveis, gordos, sebentos... por aí.

O Miguel Araújo não fez pesquisa de mercado quando escreveu a música, a verdade é que se nós somos seres altamente criticadores e estamos numa sociedade altamente criticadora, dizemos mais depressa mal do que bem, vai daí muito mais rapidamente dizemos "Já viste o namorado da X? Que sujeito feio! Veste-se tão mal! Eles não combinam nada...o meu homem dá 10 a 0 nele" ou então "o marido da vizinha é um sebento.. anda ali na varanda sem T-Shirt. Ainda se tivesse alguma coisa para mostrar...". Entre muitas cositas más... Não querendo desfazer a música do Miguel, se olharmos bem em redor, qual dos seres (feminino ou masculino) mais rapidamente olha para os companheiros/as das outras/os? Pensemos bem quem foi a última pessoa que vimos ter um acidente de automóvel porque estava a olhar para quem ia no passeio? Quem é que nós apanhámos a olhar muito descaradamente para alguém que acabou de entrar no café? Quem é que nós ouvimos fazer "uuuuiiii" quando passou alguém? Quem é que nós apanhámos a conversar sobre o mulherão do vizinho? Enfim, acho que já deu para perceber.

Entre arquétipos da perfeição, aquilo que nós acabamos por preferir está longe do que os maridos das outras são, a não ser que seja um Tom Cruise ou George Clooney, mas aí estamos a falar de OUTRAS e OUTROS seres "arquétipamente" falando.

27 de junho de 2012

Lovely Day

Deste senhor que muitos só conhecem "ain't no sunshine"...

Bill Withers - Lovely Day
e numa versão mais "Fresh" dos Maroon 5

15 de março de 2012

Hoje lembrei-me disto...

Enquanto trabalhava veio-me à cabeça uma música, assim sem mais nem menos e lembrei-me, lembrei-me que havia uma amiga, boa amiga, nos tempos de escola que cantava esta música de cor e salteado, enquanto ainda tínhamos uns 12/13 anos. Acabei por me lembrar ainda dessa amizade e das promessas que fizemos para o futuro, já crescidas seríamos as madrinhas dos primeiros filhos de cada uma e nunca deixaríamos de ser amigas.

A promessa não se cumpriu porque as obrigações e os compromissos de gente crescida, distanciaram-nos e que eu saiba, ainda nenhuma de nós teve filhos.

Foram-se as promessas e a amizade passou a memória, mas ficou a música, essa que hoje não me saiu da cabeça não entendo até agora porquê.


15 de fevereiro de 2012

Exemplos a não seguir

Como sabem, nos últimos dias, houve uma "lufada" de galas de Awards... Foram os Grammy, os Bafta e os Elle Style. Tudo noites de glamour, brilho, elegância, mas também de alguns modelitos menos próprios, assim a atirar para o horrível...

Vamos fazer uma pequenina revisão?

Nos Grammy:
Nos Bafta:
Nos Elle Style:
E é isto. Se esta malta veste assim para uma gala, imagine-se para ir tomar café à padaria mais próxima.

13 de fevereiro de 2012

Whitney Houston

"I wanna dance with somebody" é o nome da primeira música que me lembro assim que falam nela ou falavam. É das minhas favoritas, foi gravada no ano em que nasci e embora esteja longe da minha "era" musical é das minhas favoritas daquela época. Foi das músicas que descobri na minha época da rádio, foi das músicas que aprendi a gostar e foi das músicas que fazem adorar tudo o que foi feito e gravado durante os 70/80.

Que onde quer que ela esteja, agora, esteja a dançar "With somebody who loves" she...


2 de janeiro de 2012

Hello 2012!

Depois da estagnação de 2011, só espero que 2012 seja um ano de concretizações, entre as quais:


25 de novembro de 2011

I found what I'm looking for...

Eu ainda não sei o que vou fazer amanhã, em Janeiro ou até daqui a 1 hora. Mas sei o que vou fazer a 3 de Junho de 2012, em Lisboa, no parque da Bela Vista, no Rock in Rio. Vou estar na 1ª fila, custe o que custar, tenha de dar patadas a alguém, tenha de espernear ou fingir um ataque de pânico. Mas eu vou estar na 1ª fila, a ver o meu maior ídolo musical, Bruce Springsteen.

Depois de ter visto os U2 e ainda me emocionar quando me lembro, este será concerteza outro dos concertos da minha vida, dos momentos mais altos que eu vou levar dela. As expectativas são altas. Dizem que os bilhetes vão esgotar rapidamente. Mas eu estou disposta a dormir à porta da fnac mais próxima, para que no dia 3 de Dezembro eu tenha 2 belos bilhetinhos na minha carteira. E que se lixe a CRISE!!!

Sonho, sonho, sonho, era poder ver esta junção ao vivo:


22 de novembro de 2011

It's too late to apologize...

Para que é que precisamos de telenovelas de outros países se a nossa política é um autêntica Novela à portuguesa? Os actores são sempre os mesmos, os argumentos também e o cenário igualmente, nem a figuração muda. A nossa política consegue ser tão boa quanto as telenovelas da TVI.

E porquê? Porque é eu acordei esta manhã com vontade de vir falar disto?

A explicação está AQUI 

Um autêntica anedota que surgiu ao final da tarde de ontem na rede social Facebook. Um recado para os portugueses, ou, lê-se "uma mensagem". Mais do que o respectivo texto, vale a pena ver os comentários que o sucederam.


14 de setembro de 2011

Amy Winehouse & Tony Bennett

No dia em que a artista faria 28 anos é revelado o dueto que fez com Tony Bennett. 

Adoro!

Vamos lá falar de coisas sérias...

Mas o que é isto? 
"Amo-te como uma canção de amor, bebé"? 

Amar como se ama uma canção de amor? Mas ama-se uma canção de amor? I'm Lost!


8 de setembro de 2011

Headphones!

Antes de começar, quero dizer que se este post revelar alguma debilidade mental, a culpa é única e exclusivamente da constipação que por estas bandas se faz sentir.

Bem. Falando de coisas que me perturbam, pelo menos mais, hoje venho declarar a minha repugnância a pessoas que andam de ouvidos agarrados ou vice-versa aos headphones/auscultadores, whatever. É que é coisa para me chatear, mesmo! Ainda que uma pessoa goste muito de música, like me, não encontro justificação para que alguém se ande a passear no centro comercial de mão dada com a namorada e auscultadores nos ouvidos (?!).  (É claro que isto não é comigo, oh oh oh meus amigos, ai se fosse! simplesmente, já não era.)

Sendo que já trabalhei dias inteiros de auscultadores nos ouvidos, enquanto fazia rádio, conheço muito bem a sensação de se passar horas assim e é por isso que isto me repugna. É que não se ouve ninguém, fica-se ali preso naquele melódico mundo, entre letras e ritmos e tudo se passa cá fora sem que nós demos por ela. Será por isso? Será que a vida "cá fora" está tão má que as pessoas sintam uma necessidade constante de se refugiar nos seus ipod's? ouuuuuu é uma forma de escapar a algumas coisas, todas? ou ainda...será uma busca incessante por músicas para todos os momentos da vida?

I don't understand. Mas claro, até para isto há uma música:

Have a good day!

5 de setembro de 2011

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