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20 de dezembro de 2012

End of the world?

Estou um bocadinho preocupada com esta história do mundo acabar amanhã, a sério. É que os meus ultimos dias têm sido tão cansativos, "corridos", exaustivos, que nem sequer me tenho preocupado com os looks diários, é basicamente a primeira coisa que me ocorre e aparece à frente logo de manhã e sair de casa! Mesmo o cabelo tem andado um bocadinho ao "desleixe", devia ter ido às madeixas e não fui e está portanto com um aspecto californiano. Outra das coisas é o facto de já ter comprado todos os presentes, mas ainda me faltar um. Estou naquela: "compro hoje? e se depois o mundo acaba? andei tão stressada com este presente para nada."

Os meus ultimos dias têm sido tão "boring" que é por isso que estou preocupada em acabar desta maneira, é que não queria nada. Sonho sempre com finais felizes e em grande, ao nível de hollywood e agora vou terminar assim? sem uns high heels e um saint laurent numa red carpet? não posso!

Além disso já tenho todo um inicio de Janeiro planeado, uma semana pós natal para o relax, projectos novos para a minha Maparim e agora vem isto. Não me apetece.

Já para não falar de que é precisamente amanhã que eu e o Mr. D. completamos 8 anos de namoro, é uma eternidade e se já cheguei aqui, quero chegar mais longe. Não é portanto, a melhor altura.

Não me é oportuno agora, até pode ser para o Passos Coelho, mas creio que para a Sr. Merkel não, também está numa boa fase. Falem com a senhora e façam um memorando, entendam-se e anunciem uma data para daqui a um bom par de milhar de anos que agora tenho muito que fazer. Ok?

5 de novembro de 2012

Diário de uma constipação #3

E a "maluquete" parece já estar de malas prontas para ir embora, valeu-me um fim-de-semana super prolongado e já posso dizer que a constipação está praticamente fora do meu corpo. Ainda fungo um bocadito e tal, mas pelo menos a audição e a minha concentração já não parecem afectadas. O pior mesmo é perceber que do lado de lá as obras continuam e desta maneira o meu humor parece ficar um pouco perturbado.

Antes isso do que esta constipação que parecia querer derrubar-me, mas minhas queridas constipações e coisas fungosas, aqui fica o recado:


31 de outubro de 2012

Diário de uma constipação #2

Então é assim, isto por aqui ainda não está muito bom. Esta constipação parece que me quer derrubar, rouba-me a audição, entope-me o nariz até ao máximo que consegue e perturba o meu raciocínio. Mas eu sou mais forte, comigo não há cá coisas de me enfiar numa cama até ela decidir ir embora.

Uma coisa de bom ela trouxe, tendo em conta que as obras insanas no prédio do lado continuam, e a minha audição está fraquinha, o ruído parece muito menor e eu passo os meus dias entre o meu mundo silencioso.

Temos de pensar sempre nos aspectos positivos das coisas, certo?

Agora, vou ali trabalhar mais um bocadinho e mostrar-lhe que quem manda aqui sou eu.

26 de outubro de 2012

Men at Work

Já não se pode. Uma semana inteira a ouvir martelos e berbequins? Então hoje é que isto está impossível, deve ser porque é Sexta e há uma imensa pressa de terminar trabalhos. São 10.30 e já estou a rezar para que rapidamente cheguem as 19.00. Ou isso, ou peço dispensa por exposição excessiva ao ruído. Será que cola?


22 de outubro de 2012

Horário de expediente

Tenho estado com uma constipação "daquelas" e de tal maneira forte que me tirou a voz entre ontem, hoje e sabe-se lá se amanhã também. Entre garganta irritada, comprimidos e um nariz sempre pronto a pingar (eu sei que não é o melhor dos cenários), hoje lá vim trabalhar. Mesmo neste estado aguento bem os dias de trabalho, porque o escritório é sossegado e o trabalho "vai-se fazendo".

Mas hoje, se eu soubesse, não tinha vindo. Não é que o prédio vizinho está em obras e passei todo o santo dia a "levar" com materladas na parede, berbequins e outrastantascoisasdebricolage? Pois e o "descansado dia de trabalho" lá se foi.

O mais engraçado nisto é perceber como funciona o horário de expediente destas pessoas e como existe sempre uma enorme vontade de se fazerem horas extraordinárias.

Quando cheguei às 9h30 não se ouvia nada, era o sossego dos sossegos, às 10h já toda a gente trabalhava, mas ainda num trabalhar muito "leve", como se de um comboio a vapor se tratasse. Às 10h30 a coisa parou, hora do lanche, porque às 10h45 já tudo "berbequinava" de novo. Eram 12h30 e os meus santos ouvidos conseguiram respirar o silêncio, possivelmente a malta parou para almoçar. Quando voltei eu da minha hora de almoço, às 14h30 estava tudo ainda meio brando, mas depois daí foi um "ai quem trabalha mais". Não houve 1 único minuto de silêncio e parecia que havia uma competição do lado de lá para ver quem conseguia trabalhar mais rápido. Secalhar até comeram umas sandes com o martelo na mão, porque não me apercebi de pausa para lanchar, mas às 17h50 a coisa parou por completo. Sabem como quando desligamos o nosso carro depois de algumas horas de viagem? a sensação foi a mesma. Ainda com uns largos minutos para as 18h, do lado de lá, a coisa fez-me lembrar quando nos colocávamos em fileira na porta da sala de aula à espera que desse o toque de saída. Aposto que foi isso que aconteceu.

Agora, passada quase 1h, escuta-se um ligeiro martelar do lado de lá, uma coisa assim leve, já quase sem fôlego, com aquela vontade de horas extraordinárias.

17 de outubro de 2012

Previsões de hoje

Durante alguns anos não dava importância nenhuma ao pequeno-almoço, mas entretanto tornou-se mesmo uma coisa indispensável e portanto não há dia que me corra bem sem pequeno-almoço. Hoje é o dia. A chuva atrasou-me, apanhei algum trânsito e cheguei ao trabalho já mesmo em cima da hora.

Mau humor, Stresses ao telefone e por esta hora já estou com uma fome daquelas capaz de comer um leitão da bairrada (hummm nham nham). É obvio que não o vou fazer, mas palpita-me que hoje vai ser um dia de cometer algunas pecados da gula. Ou isso, ou atirar-me para debaixo de chuva para refrescar as ideias. Como não sou menina para isso, nem quero apanhar uma gripe, uns chocolatinhos durante a tarde vão fazer muito jeito!

24 de setembro de 2012

Outono

Gosto sempre, desta fase em que estamos em meia-estação, chove mas as temperaturas mantêm-se agradáveis. Sempre fui muito Outonal, podem até achar uma estação melancólica ou com pouco para se gostar, mas é das minhas favoritas. Talvez mesmo porque tenha nascido nos inicios de Outono, mas sobretudo porque adoro as roupas mais quentes, os sapatos fechados, os casacos e os abraços mais fortes.

Resta agora saber se ele veio para ficar ou ainda vamos ter um regresso dos dias quentes. Assim de "ronpante" como em anos anteriores.


20 de setembro de 2012

A mudança

Há algum tempo que era precisa.

Era precisa sobretudo porque há algum tempo que deixei de ser aquela miúda que vinha aqui em 2005 postar algumas coisas banais da vida, do trabalho, do dia-a-dia. Porque há muito deixei de ser a Lidicas e passei a ser apenas a Lídia, não apenas porque até é mais forte, mais maduro, mais duro, mais formal, mas mudou-se o estado de alma, o estado de espírito, o modo de ver e viver a vida e por isso o diminutivo acabou.

Talvez porque esteja já a chegar aos 25 e veja a vida hoje de outra forma e a mudança impôs-se. Em todos estes anos a Blogger mudou. Passei da miúda crente, inocente, de nariz ao alto, com a mania que sabia tudo, tolerante com os outros, intolerante com ela, paciente com ela, impaciente com os outros, para ser quase o contrário. Aprendi que a vida não é apenas vida, é a única oportunidade que temos de saber o que é isto e há que sonhar, viver e deixar um legado. 

Por isso hoje não é a Lidicas que vos escreve, é a Lídia, a menos paciente com os outros e mais paciente com ela mesmo, a mais intolerante com os outros e mais tolerante com ela mesma, a positiva, a sonhadora, a que está sempre a tentar dar a volta, aquela até que tem andado um pouco "apagada" de ela mesmo em virtude do que os dias fazem.

Não é uma nova pessoa, sou eu a mesma, mas com mais uns dedinhos de responsabilidades, de vivências, de histórias e por isso, para esta Lídia, há que haver espaço neste blog porque a outra fica-se agora apenas pelas memórias. E memórias também são coisas boas!

14 de setembro de 2012

Desejar

Nunca desejei tanto que chegasse o fim-de-semana. Esta semana levou-me seriamente à exaustão, estive perdida entre os dias, na 4ª pensava que era 3ª, na 5º pensava que era 4ª, ainda hoje de manhã dei por mim a pensar se não seria 5ª feira...acho que ainda vou dar por mim a vir amanhã trabalhar a achar que é 6ª feira.

Quando não se tem incentivos é assim, passa-se grande parte dos dias a "bufar", a pedir que o tempo passe e que esta nuvem que se abateu durante alguns dias que desapareça, porque eu não sou de me ficar assim. É por isso que preciso do fim-de-semana tão rapidamente, para poder respirar, relaxar e voltar radiante, positiva como sempre.

Sair o Euromilhões mais logo ou ter um repentino aumento de salário como compensação de tudo isto, era motivador, ajudava, mas como sei que milagres não acontecem, há que inspirar, expirar e continuar!

Mas por agora quero deixar o continuar para 2ª feira e contar os minutos para terminar esta 6º feira.


13 de setembro de 2012

Os dias.

Têm sido um pouco cansativos, provavelmente mais exaustivos do que cansativos, porque há diferenças. Da exaustão vem o tempo que dedicamos às coisas que não gostamos de fazer, ao cansaço psicológico que nos leva a acordar e a pensar se queremos dispender tempo da nossa vida com coisas que nos irritam, com coisas que podem não fazer parte dos nossos objectivos ou com coisas que nos desmotivam, day by day.

Nunca gostei de me dedicar a coisas que me levam a esta exaustão, na minha cabeça sempre teve certo que a vida pode ser curta demais e que nós só temos esta, pelo menos é a que conhecemos e como o futuro é sempre incerto, não sabemos se haverá oportunidade de ter outra para conquistar aquilo que não quisemos conquistar ou não tivemos tempo para conquistar, porque dedicamos tempo demais a coisas inúteis.

É isso. Os dias, estes dias, tenho-me perguntado com muita regularidade se não me estarei a desfocar dos meus objectivos em virtude da inutilidade revelada das coisas.

É mesmo assim, é complexo.

31 de agosto de 2012

Reflexão de Sexta-Feira

Sinceramente, existem pessoas (daquelas espertalhonas que vos falei no outro dia) que têm cada rasgo de inteligência... eu até me perco a pensar se rio às gargalhadas ou se choro desalmadamente a pedir por elas à nossa senhora.

Valha-me pelo menos o fim-de-semana!!

29 de agosto de 2012

Dos espertinhos aos espertalhões!


Eu costumo dizer que no nosso dia-a-dia aparecem 3 tipos de pessoas com a palavra "Esperto" como nome do meio. São normalmente os Espertinhos, os Chicos-Espertos e os Espertalhões. Muito rapidamente para mim, os Espertinhos são aqueles que têm alguma inteligência para escapar a situações pouco delicadas, os Chicos-Espertos são aqueles que em termos de cultura são zeros à esquerda, inventam sobre tudo e têm a mania que são detentores de todo o conhecimento e depois existem os Espertalhões e é desses que venho falar hoje.

Os Espertalhões, na minha opinião, são aqueles que até têm uma cultura invejável, são conhecedores de muita coisa, sabem sobre economia, literatura, conhecem música, até são viajados e têm muitos conhecimentos. Mas o maior defeito deles é mesmo esse, acham que por terem muitos conhecimentos são pessoas detentoras de todo o saber, acham que saber um pouco de alguma coisa, para eles, é sinónimo de já saberem tudo e então já não precisam de ninguém.

É com esses que eu tenho normalmente de lidar e chega a ser irritante, muito irritante. Porque são o tipo de pessoas que reinventam a frase só para não terem de corrigir a palavra que nós pedimos.

Com o tempo aprendi que com este tipo de Espertalhões não dá para abdicar da palavra, é com eles que devemos insistir que não é assim que se faz, demonstrando e depois mostrando os resultados que da correção vieram. Com eles também temos de ser irritantes, impor a nossa opinião, dizer "Ámen" quando preciso, mas nunca lhes deixar com o gostinho da vitória. Devemos muito ignorar as vitórias deles, mostrar algum desinteresse porque senão o Ego do Espertalhão ainda cresce mais e volta tudo ao "always the same".

É cansativo, por isso, ser uma pessoa irritante. Ando elétrica, tenho sempre de estar a fazer alguma coisa, de me superar, de procurar, de responder, de apagar, enfim. Mas chegar ao final do dia com a sensação que não há espertalhão que nos passe a perna, dá para eliminar os carneirinhos da contagem decrescente para dormir e substitui-la pelo tão velho ditado "Hoje eu, amanhã tu."

Afinal de contas não é por acaso que chamámos a estes ditados "Sabedoria Popular". Sabedoria será sempre sabedoria...

21 de agosto de 2012

i'm back!

E cá estou eu de regresso ao trabalho e às rotinas que caracterizam este meu dia-a-dia. Pode parecer estranho (e até acho que já o disse por aqui) mas eu gosto de voltar de férias, aliás não gosto de estar demasiado tempo em férias, cansa-me e stressa-me. Por mais que férias sejam sempre boas não gosto de estar muito tempo afastada do trabalho, essencialmente isso, porque não largava as rotinas de hotel e os mergulhos na piscina por nada, aliás eu fico sempre com aquela sensação que podia viver num hotel, gosto daquele circular de pessoas constante, pessoas diferentes, linguas diferentes, do "bom dia, como está?" e de entre muita coisa, acho que gosto bastante porque principalmente aparece tudo feito à nossa frente e só temos de nos preocupar connosco. Certamente é por isso, mas gosto e pronto.

Agora de regresso já aniquilei os 600 e tal mail's que tinha na caixa de correio, já respondi a muita coisa, já apaguei muita lixeira, já fiz uns tantos telefonemas, enfim já actualizei a minha vidinha para que o regresso seja menos penoso e agora após o dia intenso de trabalho de ontem, estou com aquela sensação que o país ainda está muito a meio gás, tudo meio paradito e que pelo menos durante esta semana a vidinha no escritório vai ser calma, não gosto muito, significa que em Setembro vou ter dias stressantes, mas enquanto isso aproveito para me mentalizar naquela piscina e naqueles bons dias de agosto que só para o ano se repetirão.


9 de agosto de 2012

Pausa

Pausa para pensar, relaxar, reflectir, rir, sonhar mais um pouco. Pausa para cansar de tanta pausa, pausa para mergulhar, sentir a água do mar, a areia nos pés, os risos, os arrepios na água gelada. Pausa para cuidar mais da minha Maparim, para criar, imaginar, pôr em prática. Pausa para pensar ainda mais nuns dias de pausa, longe, em descanso, a dois, só nós. Essa pausa que nunca mais chega. Pausar mais um pouco para contar os dias, pensar no regresso ao trabalho, nos objectivos que têm de ser cumpridos, no recarregar de baterias, nos projectos novos, nos desafios. Pausa para mais uns dias de férias, mais uma semana e tal e depois estarei de volta desta pausa, com energia renovada, espero e com vontade de daqui a uns tempos pausar mais um pouco com aquele sentimento de dever cumprido.

Enquanto isso, pauso mais um pouco e deixo um Até Já!

31 de julho de 2012

Oh no!

Eu só penso nisto:

Mas a realidade teima em dizer teima em dizer isto:


Mas já só faltam 3 dias...

24 de julho de 2012

Uma teoria sobre... os maridos das outras!

Vai daí e agora o namorado não fala noutra coisa, é a música dos "Maridos das outras" para cá, "Maridos das outras", para lá. A música do Miguel Araújo parece ter-se infiltrado em qualquer discurso dos seres do sexo masculino, parece que encontraram finalmente alguém que lhes dê a razão que tanto esperam, que lhes diga que andaram décadas a tentar dizer algo e agora alguém veio popularizar a coisa.

A música é gira, eu gosto, divertida e diz muita coisa que muitas mulheres pensam, mas há uma coisa a dizer: os homens das outras, por muitas vezes nos nossos diálogos femininos, são também motivo de chacota, de horrorização, de desprezo. Sim, sim! Não se enganem!

Como sabem, o ser do sexo feminino é altamente criticador, gosta muito de abranger toda a cultura que a rodeia nos diálogos que mantém, gosta muito de abordar outras vidas, de procurar outros exemplos, de se perguntar porque é que a vizinha sai às 23h00 e só chega às 06h00. Não quer dizer que todas nós sejamos assim, umas mais que outras, acho que todas temos um bichinho que nos faz pesquisar sobre o mundo que nos rodeia e querer saber mais. Não se preocupem, muitos homens também o são, generalizemos a coisa porque isto não é assim tão mau!

Mas se há coisa que nós gostamos de comentar é as relações das outras, das amigas, das próximas, das inimigas, das vizinhas, porque temos curiosidade em perceber o que nos diferencia delas nas nossas relações. Será que as atitudes do nosso marido/namorado são iguais às atitudes do namorado/marido dela? Será que nós somos tão possessivas como ele diz, ou tão desprendidas como ele não quer que sejamos? E acabando por matar estas e outras tantas perguntas, e percebendo que o melhor é nós nos mantermos na nossa relação e dar o melhor por ela, acabámos por perceber que afinal os das outras é que são maus, horríveis, gordos, sebentos... por aí.

O Miguel Araújo não fez pesquisa de mercado quando escreveu a música, a verdade é que se nós somos seres altamente criticadores e estamos numa sociedade altamente criticadora, dizemos mais depressa mal do que bem, vai daí muito mais rapidamente dizemos "Já viste o namorado da X? Que sujeito feio! Veste-se tão mal! Eles não combinam nada...o meu homem dá 10 a 0 nele" ou então "o marido da vizinha é um sebento.. anda ali na varanda sem T-Shirt. Ainda se tivesse alguma coisa para mostrar...". Entre muitas cositas más... Não querendo desfazer a música do Miguel, se olharmos bem em redor, qual dos seres (feminino ou masculino) mais rapidamente olha para os companheiros/as das outras/os? Pensemos bem quem foi a última pessoa que vimos ter um acidente de automóvel porque estava a olhar para quem ia no passeio? Quem é que nós apanhámos a olhar muito descaradamente para alguém que acabou de entrar no café? Quem é que nós ouvimos fazer "uuuuiiii" quando passou alguém? Quem é que nós apanhámos a conversar sobre o mulherão do vizinho? Enfim, acho que já deu para perceber.

Entre arquétipos da perfeição, aquilo que nós acabamos por preferir está longe do que os maridos das outras são, a não ser que seja um Tom Cruise ou George Clooney, mas aí estamos a falar de OUTRAS e OUTROS seres "arquétipamente" falando.

16 de julho de 2012

O fim-de-semana

Sábado. Ser torturada numa maca durante hora e meia só para poder andar na praia a parecer que andei a Alfaces o ano inteiro. Uma corrida no centro comercial, espreitar promoções, entrar apenas nas lojas estritamente necessárias. Final de tarde nas manicures, cuidar da minha Maparim. Jantar no Italiano com o Mr.D. rir muito, beber Sangria a mais e lá se vão os gramas perdidos no tratamento da manhã, oh vida! Domingo. Acordar tarde, cuidar da minha Maparim, querer ir à Praia e o S. Pedro não deixar, passear pelo Cais, terminar o dia a cuidar da minha Maparim e assistir ao Ídolos, finalmente o João sai, já não o aguentava. Adormecer a ver um documentário na TVI24 sobre Fukushima. Aterrador.

E cá estou eu, a meio desta 2ª feira e a rogar 1500 pragas ao S.Pedro pelo dia de calor de hoje, que deveria ter sido ontem! Pensamento positivo: faltam só 2 semanas para as férias!

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