começar a comer um pacote de TUC Sésamo às 16h...
... e em menos de 30 minutos ele ficar vazio!
E 2 minutos depois nasce todo aquele sentimento de arrependimento e uma vontade enorme de ir fazer uns 150 km a pé para aniquilar todas as calorias ingeridas.
11 de outubro de 2012
10 de outubro de 2012
Experiências na Cozinha
Como sabem ontem foi dia do meu 25º aniversário. Vai daí achei que esta era a data ideal para colocar em prática algo que já há algum tempo tinha vontade: fazer um bolo e decorá-lo com pasta portugesa.
O resultado foi bom, pelo menos toda a gente concordou, a ideia inicial que eu tinha para a decoração não se aproximou nem um pouco do resultado. Basicamente fui cortando, amassando e concretizando. Flores e mais Flores, tons de Rosa e Branco e um bolo secalhar demasiado "Pipi" para esta miuda de 25 anos. Mas vá, as coisas têm de ser levadas a brincar! E eu brinquei durante as 2 horas de preparação e depois a comê-lo!
Ficam as fotos:
9 de outubro de 2012
8 de outubro de 2012
Bye Bye 24!
Hoje é o último dia dos meus 24 anos.
Gosto de aproveitar a fase final das coisas, para olhar por cima do ombro para trás, apenas um bocadinho que eu não sou pessoa de passados. Gosto sobretudo porque aproveito para reflectir um pouco sobre as vicências e as aprendizagens que obtive com elas. De ver a fase inicial das coisas e orgulhar-me, ou não, dos resultados. Contudo, sejam coisas positivas ou negativas, todas elas fazem parte do caminho e todas elas devem fazer parte da maturidade com que encarámos o futuro.
Às vezes, dou por mim a pensar "chiça já tenho 24", parecendo que ainda ontem tinha 14 e regresso ao momento em que perdia o primeiro autocarro da manhã, corria para a sala de aulas com medo da falta, lanchava com as amigas no campo de futebol da escola e ria às gargalhadas no caminho que muitas vezes optávamos por fazer a pé até casa. Regresso depois até aos 16 e às primeiras desilusões amorosas, à verdadeira percepção da palavra amizade, às intrigas, aos nãos que percebemos que são definitivos. Volto depois aos 18, ao momento em que já somos assaliarados (alguns), ao momento em que se enfrenta pela primeira vez o mundo do trabalho, às relações laborais, ao momento em que percebemos que o amor pode realmente acontecer e ser duradouro. E depois aos 20 e ao ser-se independente, ter-se um carro, encarar-se as despesas sózinho e por aí fora até estes 24.
Orgulho-me portanto dos meus 24, tracei-os gradualmente, à medida que foram chegando, sempre com ânsia de viver e conquistar, de ter sempre um pouco mais de tudo, arrisquei, caí muito, sacodi a poeira e levantei-me. Com ou sem arranhões, acho sempre que a vida deve ser conquistada e as conquistas só acontecem com mérito. Espero por isso conseguir tê-lo para conquistar os meus 25.
E começo já amanhã.
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