30 de março de 2007

Save Me

Finalmente está já aí o Fim-de-Semana,
Andei a semana toda atarantada, trabalho para cá, trabalho para lá... Ufa!
Mas sempre com uma música na cabeça...




Deste fim-de-semana não espero muito, mas que ao menos não seja pior que o passado!
Beijinhos para todos!

Já agora uma questão que esta semana pôs esta cabeçinha loira a pensar e a chegar a conclusão nenhuma: Que têm de diferente as águas iranianas das águas iraquianas?

20 de março de 2007

Carnaval 2007

Lembram-se da Lidicas Chinesinha? A do carnaval?
Lembram-se? Lembram-se? Lembram-se?
Aqui está ela!

A olhar o ambiente...


Sempre a trabalhar...

E quando é para trabalhar chega-se sempre em primeiro lugar aos eventos...

A Festa.. (Ainda no Inicio)

Em breve mais fotos!

Bjitux!

19 de março de 2007

ESTOU DE VOLTA!


Tenho imensas novidades...

Prometo contá-las todas, mas para já ainda estou um pouco em estado ZEN...


Até Já!

8 de março de 2007

Foi um longo dia de trabalho...

A secretária estava recheada de Papelada...
Mas agora finalmente posso dizer...

Até dia 19!!!

Espero voltar com imensas novidades!

Entre elas, um livro...



A seta do Rato!

Quem nunca se terá perguntado: "Que raio fará mover a porcaria da flecha indicadora do rato!?"

Pois bem... graças a uma super-lupa, o mistério foi desvendado.


Cliquem em: A Seta do Rato

6 de março de 2007

O Amor uma atitude…



O “amor” é uma atitude muito favorável face a uma pessoa. O amor envolve uma “preocupação afectiva” com a pessoa amada. Esta atitude implica necessariamente o “cuidado activo” pela vida e pelo crescimento do que amamos. Quando não há este cuidado, não há amor.
Nesta perspectiva, o amor é uma “dedicação ao outro”, pelo que, a questão essencial é a de saber “dar amor”. Mas, o que significa dar? Embora a resposta pareça simples, está repleta de ambiguidades. O mal entendido mais comum é o de se presumir que dar significa desistir de alguma coisa, ser privado de algo, sacrificar-se.

Ser capaz de dar algo de si aos outros, não quer dizer sacrificar a sua vida por outrem, mas dar aquilo que está vivo em si: dar atenção, compreensão, interesse, alegria, ternura. Dar é em si mesmo uma grande alegria. Mas, dar amor de forma genuína e construtiva, produz efeitos nas outras pessoas. Produz magia. O amor é uma força que produz amor: a pessoa que sabe amar transforma-se numa pessoa amada.

A relação de amor (re) constrói-se dia após dia, é tecida com laços de amor. O amor implica esforço e dedicação.

Este cuidado com o outro implica “responsabilidade”.

Ser “responsável” significa estar atento e ser capaz de responder às necessidades do outro. Amar responsavelmente implica dar atenção à nossa maneira de cuidar do outro. Ser o guardião do outro. Aquele que ama responde, a vida do outro é algo que também lhe diz respeito a si. Sente-se responsável pelo outro, como se sente responsável por si próprio

A responsabilidade pode facilmente corromper e tornar-se domínio ou possessividade, se faltar “respeito” ao amor.

Tal como o conceito “responsabilidade”, o conceito “respeito” não deve ser associado a um dever, imposição.
Assim, o “respeito” mais que um dever. É um movimento interior espontâneo que marca o amor. Implica a capacidade de olhar e ver as necessidades e desejos do outro, sem procurar modelá-los segundo as nossas expectativas e projectos.
É construir projectos com o outro, não pelo outro. Implica a capacidade de ver a pessoa, de ter consciência da sua individualidade única. É querer ver a pessoa crescer segundo os seus próprios desejos e caminhos e não segundo os nossos projectos e desejos. O respeito implica a ausência de exploração. Quero que a pessoa que amo cresça e se desenvolva por si mesma e da sua própria maneira; e não de uma maneira que me venha a servir, que eu possa usar. O respeito só é possível se eu conseguir andar sem muletas, sem ter de dominar a outra pessoa, nem ser por ela dominada.
O amor é filho da Liberdade, não da Dominação.

Mas, não é possível respeitar uma pessoa sem a conhecer: o cuidado e a responsabilidade são cegos se não forem guiados pelo conhecimento.

Assim, “conhecer o outro” implica a capacidade de viver a intimidade. A intimidade é um espaço relacional onde se permite uma comunicação directa, sem máscaras, autêntica e espontânea de energia, de carícias, de sentimentos e de pensamentos.

Conhecer implica partilhar. Os laços de amor criam-se pela partilha de emoções e de sentimentos. A revelação dos sentimentos cria a intimidade que é a mais fabulosa de todas as experiências. As aptidões para se ouvir, para aprender um com o outro, para resolver conflitos fazem a qualidade da relação. Quando exprimimos as coisas, podemos sempre encontrar terreno de entendimento. Só aquilo que não se diz é que pode criar fossos intransponíveis. Resolver os conflitos, tanto os menores à volta da mostarda ou da pasta dos dentes, como os maiores em torno da educação dos filhos, da sexualidade ou do local de residência, fazem parte da relação. Os conflitos bem resolvidos não perturbam o laço, alimentam-no.


Hoje decidi partilhar este texto com os meus queridos blogados para que de uma forma um pouco mais técnica todos entendam o que é afinal amar...

Eu já entendi! :-p


Um Big beijito para a minha big big big amiga sofiazita que partilhou comigo este texto!

(sofiazita tenho saudades tuas, mas as razões pelas quais não temos estado juntas fisicamente tu sabes e eu sei, é porque temos andado amar...eheheh Mas estás sempre no meu coração em todos os momentos, aqui ao lado do sr.morango e de todas as outras pessoas que são muito importantes para mim...)

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